Implante Dentário | Implantes Dentários em casos específicos | Preço Implante Dentário | Como reagem os pacientes? |

Implante Dentário

Autor

Dr. Miguel Santana

Implantes Dentários

A colocação de implantes dentários para restaurar um ou mais dentes perdidos é sem dúvida a melhor opção de tratamento. Os implantes dentários fornecem próteses naturais e estéticas que muitas vezes são difíceis de distinguir dos dentes naturais. Devolvendo ao paciente a função mastigatória, proporcionando segurança e conforto.

Para conseguir próteses naturais, estéticas, sem distinguir dos dentes, é preciso uma grande experiência, uma grande equipa, técnicas de planificação e diagnóstico assim como os materiais mais avançados em odontologia.

Desta forma podemos conseguir resultados excelentes mesmo em casos de maior dificuldade com falta de osso ou elevadas exigências estéticas, procurando não só colocar um dente fixo para poder comer, mas sim “um dente quase igual ao dente perdido”.

Implantes  Dentários – Informações Úteis

Primeira Consulta - Implantes Dentários

1. Porque é importante a 1ª consulta de implantologia?

Para o paciente, porque pretende encontrar solução para o seu problema. Pretende encontrar um profissional e uma equipa competente em que pode confiar a sua saúde.

Para o médico, porque vai recolher toda a informação relevante para a elaboração de plano de tratamento e ter a oportunidade de expor todo o seu conhecimento e preparação, para poder ajudar a solucionar o problema dentário da pessoa.

2. Que vertentes são analisadas ou abordadas durante a consulta de implantologia?

No início da consulta, vai haver uma espécie de Entrevista clínica em que o médico questiona a história clínica geral e dentária da pessoa e procura perceber as espectativas do paciente.

Existe também, uma vertente que valoriza a Recolha de informação mais objetiva relativamente à cavidade oral propriamente dita (fotos, exames radiográficos,  exploração clínica.....)

Por último, surge a Análise de todos os dados recolhidos, para se poder elaborar o plano de tratamento mais adequado e respetivo orçamento.

3Objetivamente,  o que vai ser avaliado ?

- Tipo e forma de face

- Tipo e forma de sorriso

- Tipo e forma de dentes e de gengiva

- Integração dos dentes e gengivas no sorriso e face

- Análise da articulação temporomandibular e dos músculos da face

- Relacionamento dimensional -horizontal e vertical- entre o maxilar superior e inferior

- Estado dos dentes remanescentes (saúde dentária)

- Estado periodontal e gengival (saúde gengival)

- Tipo/qualidade e quantidade de osso

- Tipo/qualidade e quantidade dos tecidos moles

- Análise das estruturas anatómicas importantes da face – seios maxilares, nervo alveolar inferior.

4. Na prática, o que se faz durante a 1ª consulta de Implantologia?

1º  Questionário clínico geral.

2º  Ortopantomografia – RX Panorâmico da boca.

3º  Questionário dentário/entrevista.

4º  TAC - 3D (quando necessário).

5º  Fotos (face, sorriso e dentes/intra-orais) e vídeo (quando necessário, para avaliação geral dinâmica da face, lábios/sorriso e dentes/gengiva, numa situação real de conversação).

6º  Exame/exploração clínica de cavidade oral.

7º  Rx periapicais mais específicos e objetivos.

8º  Moldes de ambas as arcadas dentárias em alginato.

9º  Arco facial e registo de oclusão com um silicone  (recolha de referências faciais e registo de como os dentes ocluem)

Nota: No laboratório, os moldes de alginato vão ser passados a modelos de gesso das arcadas dentárias. As medidas registadas com o arco facial e o silicone de mordida, vão ser usadas para se montar os modelos de gesso num articulador. Desta forma, podemos simular a forma como o paciente fecha a boca e temos a réplica dos seus dentes, gengivas e estruturas ósseas das arcadas.

Este passo permite aos profissionais avaliarem em ambiente de laboratório as bocas dos pacientes.

10º  Entrevista final de apresentação e explicação do plano tratamento bem como do respetivo orçamento.

5. O plano de tratamento é disponibilizado de imediato?

Dependendo da complexidade do caso, pode ser necessária a montagem dos modelos de gesso dos dentes em articulador no laboratório e  um estudo/análise cuidada, que muitas vezes terá de ser multidisciplinar.

Nestes casos, o plano tratamento, bem como o orçamento, serão dados numa segunda consulta como complemento à primeira. Esta 2º consulta pode ser no próprio dia ou agendada para depois.

6.  Quem faz a primeira consulta de implantologia?

Existe um médico dentista implantologista responsável, e toda uma equipa de apoio, desde  médicos de outras áreas (dentisteria, periodontologia, ortodontia... ) passando por higienistas orais até às assistentes dentárias.

7. Quanto tempo demora e quanto custa?

Geralmente demora entre 1 a 2 horas

O custo é maior que uma consulta normal e pode variar, dependendo se é necessário a realização de exames auxiliares de diagnóstico, como o tac 3D.

Se o paciente aceitar o plano de tratamento e respetivo orçamento, este custo inicial é descontado ao valor total.

Implantes Dentários - Antes e Depois

A nossa equipa com experiência e as técnicas mais avançadas garante resultados com sucesso mesmo nas situações mais adversas. Conheça alguns dos casos clínicos reais em que a nossa equipa participou.

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O que foi feito:

- Reabilitação com Dente Único Fixo sobre Implante

O tratamento com Implantes Dentários é doloroso?

Não, o tratamento com implantes dentários não é doloroso. Pode surgir, por vezes, um ligeiro incómodo, mas que será controlado facilmente com a medicação protocolizada.

Acontece com maior frequência aparecer um edema (inchaço) na zona operada, que, no entanto, desaparece em 2-3 dias. Por isso, enquanto clínica dentária especializada e com larga experiência em implantologia, podemos afirmar que, na quase totalidade dos casos, não existe qualquer tipo de dor. No máximo, desconforto.

Implantes dentários e dentes fixos no próprio dia, é possivel?

É realizada frequentemente, mas tem de ser avaliada individualmente, caso a caso, pelo médico dentista. Só o seu Médico Dentista e após um minucioso exame pode determinar qual a técnica mais adequada para o seu caso.

Dentes Fixos no próprio dia - Técnica de Carga Imediata

Na técnica tradicional, após a colocação dos implantes segue-se um período de três a seis meses sem poder colocar dentes sobre os implantes. Na técnica de carga imediata, devido aos enormes avanços tecnológicos dos últimos anos, somos capazes de diminuir este período para umas horas, com a mesma taxa de êxito (98 %). O paciente desfruta de dentes fixos desde o primeiro dia.

Quanto duram os implantes?

Em princípio, os implantes são um tratamento para toda a vida, desde que se mantenha um adequado programa de controlo e manutenção. Com os conhecimentos atuais podemos afirmar que é um tratamento muito fiável.

A parte coronária dos tratamentos com Implantes (a parte visivel dos dentes) pode, com o tempo e com as alterações biológicas inerentes ao processo de envelhecimento natural a qualquer ser humano, ter que ser readaptada; uma vez mais, esta possibilidade fica drasticamente reduzida se houver um adequado e disciplinado programa de controlo e manutenção do implante dentário.

Manutenção em Implantes Dentários

A Manutenção em Implantes Dentários garante um total sucesso a longo prazo do tratamento com implantes dentários, é imprescindível o controlo periódico dos implantes dentários e dos tecidos que os suportam, os tecidos perimplantares (o osso e os tecidos moles circundantes aos implante dentários).

Estes controlos devem ser realizados de acordo com as necessidades de cada paciente, atendendo, não só à presença de fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença periodontal nos dentes naturais, assim como evitar que esta se desenvolva nos tecidos perimplantares, pois o risco destes pacientes desenvolverem doença perimplantar é mais elevada que em doentes não susceptíveis.

A doença perimplantar é hoje o principal motivo de complicações a longo prazo nos implantes dentários. Nos pacientes que não cumpram rigorosamente a recomendação seguida pelo profissional de Higiene Oral, o risco torna-se ainda mais elevado, e o não cumprimento destas recomendações tornam-se um preço elevado na sua saúde oral.

Um paciente que perdeu os dentes por motivos de doença periodontal, tem uma probabilidade maior de desenvolver doença perimplantar.

O principal motivo das consultas de controlo é a manutenção do tratamento efetuado pelo paciente com implantes dentários, de forma a garantir o sucesso pleno na sua função mastigatória e estética a que nos proposemos. Nesta consulta é realizada a higienização dos implantes e estruturas dentárias implantosuportadas, assim como, uma avaliação exaustiva da integridade dos tecidos perimplantares.

Podemos então concluir que a chave para o sucesso a longo prazo dos implantes dentários passa pela manutenção, assim como, a certeza que foi um investimento certo na reabilitação oral.



Foi executada uma cirurgia minimamente invasiva para colocação de um implante dentário, sem recorrer a um retalho gengival.
Neste vídeo também se mostra a execução de um dente provisório imediato sobre um implante dentário, com o sistema Cerec Cad-Cam.
O tradicional molde, foi substituído por um scan intra-oral.
Este procedimento é feito numa só sessão.

Implantes Dentários em casos específicos

Falta de osso no maxilar superior: qual a solução para colocar implantes dentários?

O maxilar superior é o osso onde estão inseridos os dentes superiores. Neste osso existe uma cavidade, que normalmente se localiza por cima dos dentes pré-molares e molares, denominado seio maxilar.

A falta de osso na região posterior do maxilar superior surge com frequência em pacientes que perderam os dentes precocemente. Esta falta de osso deve-se principalmente a dois factores:

- reabsorção óssea após perda dentária;

- pneumatização ou aumento do volume do seio maxilar;

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Quando este quadro se verifica, é necessário efectuar uma cirurgia de elevação do seio maxilar com enxerto de osso, por forma a reconstruir o tecido ósseo em falta viabilizando a posterior colocação de implantes.

No Instituto CUF esta cirurgia é feita seguindo as técnicas mais avançadas, recorrendo à utilização da tecnologiaPRGF® (Plasma Rich in Growth Factors). Com esta tecnologia é possível obter, a partir do processamento de uma amostra de sangue do paciente colhida trinta minutos antes, um plasma rico em factores de crescimento que estimula e acelera o processo de cicatrização e regeneração tecidular.

Este plasma é misturado com outro biomaterial, o Endobon®. Este é constituído por grânulos de hidroxiapatite totalmente desproteínizados, e por isso seguro face a infecções provocadas por bactérias, vírus e priôes, que formam uma rede de suporte osteocondutor (favorece a formação de osso) não reabsorvível ideal para a regeneração óssea que se pretende.

De seguida, esta mistura é colocada no seio maxilar restando apenas ao paciente aguardar entre seis a nove meses pela formação de tecido ósseo que permite a posterior colocação de implantes.

Solução para colocar Implantes Dentários

A perda de osso é um fenómeno frequente em pacientes que perderam os dentes precocemente.

A cirurgia de elevação do seio maxilar superior promove a criação de osso que permite a posterior colocação de implantes dentários.

No Instituto CUF são utilizadas as mais avançadas técnicas que combinam biomateriais de excelência e que tornam o procedimento seguro e eficaz por forma a permitir a colocação de implantes dentários onde outrora não existia sequer osso.

 

Implantes Dentários no Paciente Diabético

Nos dias de hoje, a Diabetes já não é classificada com uma contra-indicação para a realização de tratamentos de reabilitação oral com Implantes Dentários. Como está descrito e provado cientificamente há vários anos, a Diabetes é um factor de risco na evolução da Doença Periodontal, factor este, que pode agravar o grau de severidade desta doença em doentes predispostos para tal.

A incidência da Diabetes Mellitus, especialmente a tipo II, tem vindo a aumentar na Europa Ocidental, onde Portugal não é excepção. Esta caracteriza-se por um aumento dos níveis de glicemia no sangue, onde o tratamento desta visa realizar o controlo metabólico ideal, com fim a evitar complicações na saúde em geral e na saúde oral em particular.

 

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A relação Diabetes/Tecidos Periodontais tem sido alvo de vários estudos, com resultados que nos permitem afirmar que a Diabetes não controlada é um factor de risco elevado para a evolução de Doença Periodontal para graus moderados a severos, com consequências nefastas paras os dentes, pois níveis de glicemia elevados comprometem: a integridade dos vasos sanguíneos dos tecidos que suportam os dentes e as condições metabólicas normais do osso alveolar, levando assim á perda de peças dentárias e perda de osso maxilar e mandibular.

No que diz respeito à Implantologia (Implantes Dentários) nos pacientes diabéticos, estudos publicados muito recentemente, indicam-nos que embora níveis de glicemia elevados não permitam as melhores condições para a osteo-integração dos implantes dentários, a taxa de sucesso de implantes osteointegrados ronda os 97,3 %, aquando da Diabetes e a Doença Periodontal se encontram controladas e supervisionadas pelas especialidades médicas responsáveis.

Ou seja, a hiperglicemia não favorece a simples cicatrização do osso e dos tecidos moles em redor do implante, assim como não promove a cicatrização dos tecidos periodontais no dente natural. No entanto níveis controlados de glicemia favorecem uma normal cicatrização e osteointegração dos implantes dentários, seguindo o mesmo protocolo de um paciente não diabético.

Sendo assim, podemos concluir que apesar de a Diabetes ser um factor de risco na Doença Periodontal e na Doença Perimplantar, o paciente diabético quando controlado pelo seu médico assistente e médico dentista, reúne todas as condições necessárias para um tratamento de reabilitação oral com total segurança, eficácia e longevidade.

 

Cirurgia de implantes na 3ª idade

A existência de boa saúde oral nas fases mais avançadas da vida permite um envelhecimento humano com qualidade.

Deste modo, a capacidade de poder apreciar todo o tipo de alimentação, de poder sorrir e de apresentar um estética facial agradável contribui para o bem-estar físico e, acima de tudo, emocional do indivíduo. A existência de poucos dentes, ou até a sua total ausência, dificulta a comunicação interpessoal, diminui a auto-estima e pode, assim, contribuir para o isolamento destes indivíduos.

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A inexistência de dentes em idades mais avançadas leva a que a capacidade mastigatória diminua, o que condiciona a escolha dos alimentos e, por conseguinte, conduzirá ao aparecimento de outras patologias orais (cáries, doença periodontal) e sistémicas (a nível gástrico, p.ex.).

É, de facto, um mito a ideia de que os idosos não podem receber implantes dentários. É verdade que, com a idade, podem surgir algumas patologias sistémicas que podem dificultar a realização destes procedimentos cirúrgicos mas, na verdade, são muito raras a situações em que estes são, efectivamente, “proibidos ”. Assim, o ideal será que estas cirurgias sejam realizadas logo que possível, antes de que algum tipo de patologia sistémica se instale, por exemplo, uma osteoporose avançada que requer a toma de bifosfonatos ou algum tipo de patologia tumoral que, dependendendo da sua localização ou da necessidade de radiação, contra-indica a colocação de implantes.

Se o paciente idoso se encontra bem de saúde, sem qualquer patologia sistémica não controlada, se vive de forma independente e é capaz de realizar a sua higiene dentária diária, então é um bom candidato para realizar esta cirurgia.

Os implantes dentários são uma excelente alternativa para aquele paciente que apresenta ausência de um grande número de peças dentárias ou que possui próteses removíveis (parciais ou totais), devolvendo-lhe estética facial e capacidade mastigatória efectiva. Na verdade, a pessoa sente-se como tivesse dentes naturais.

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Após estes procedimentos o paciente sentir-se-á confortável, confiante e capaz de poder realizar uma dieta alimentar mais variada.

Com o avançar da idade é comum alguma perda de massa óssea nos maxilares. Mesmo assim, nem sempre isto impede a intervenção do cirurgião. Quando necessário, também podem ser realizados enxertos ósseos para colmatar esse défice.

Para que os resultados obtidos sejam excelentes, o paciente deve cuidar bem dos seus implantes, seja através de uma exigente higiene dentária diária, seja através de visitas regulares ao seu dentista.

 

Posso fazer uma Ressonância Magnética com Implantes Dentários?

A falta de informação neste campo leva, muitas vezes, a incertezas e dúvidas por parte dos pacientes. Felizmente, os implantes dentários são compostos por titânio, um metal não magnético, logo é totalmente seguro a execução de uma ressonância magnética em paciente portadores de implantes dentários.

Cirurgiões dentários e ortopédicos favorecem os implantes de titânio por causa de sua força e compatibilidade com os tecidos do corpo humano e, por causa de suas propriedades não-magnéticas, ele também é compatível com o uso de ressonância magnética.

A Ressonância Magnética (RM) utiliza um forte campo magnético para fornecer imagens bastante detalhadas de órgãos internos e tecidos. A técnica tem-se mostrado muito valiosa para o diagnóstico de uma ampla gama de patologias em todas as partes do corpo, incluindo cancro, doenças vasculares, doenças articulares e musculares.

Como a ressonância magnética utiliza um forte campo magnético, os pacientes serão questionados se têm qualquer objeto metálico em seu corpo. Pacientes portadores de pace-makers cardíaco, desfibrilador implantado, implante coclear, implante neuroestimulador, ou clipe de aneurisma não-compatível não são candidatos a submeterem-se a este exame de diagnóstico. Pacientes portadores de implantes dentários, aparelhos ortodonticos e até obturações metálicas (“chumbos dentários”), podem realizar este exame sem risco. O único inconveniente deve-se ao facto de que estas estruturas podem distorcer as imagens da área facial ou o cérebro, logo seu uso deve ser informado para melhor exactidão do exame.

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Preço Implante Dentário

Preço Implante Dentário- Custo ou Investimento?

O preço dos implantes, quando considerado apenas o material em si e sem pensar nas possibilidades terapêuticas oferecidas (sobre as quais falaremos mais tarde), terá de ser avaliado sobre duas perspectivas:

1 - a investigação e o estudo que são necessários levar a cabo por equipas super-especializadas capazes de criar este conjunto de peças (que têm tanto de pequenas como de perfeitas) e desenvolver técnicas que nos permitem realizar tão complexas reabilitações ao nível do sistema estomatognático;

2 - o material utilizado, o titânio comercialmente puro (material nobre e cuja obtenção é extremamente exigente) que pelas suas características nos permite oferecer tratamentos sobre implantes sem possibilidade de rejeição;

Por tudo isto, é justo considerar os tratamentos com implantes como tendo um preço perfeitamente adequado, tendo em conta os elevadíssimos padrões de qualidade exigidos e oferecidos aos pacientes que por ele cada vez mais frequentemente vão optando.

 

Implantes Dentários – Preço/Qualidade em 7 Passos

De modo a compreender melhor o investimento em implantes dentários, apresentamos o processo em 7 passos.

 

1 - Algumas considerações sobre os tratamentos com implantes dentários

Os tratamentos de reabilitação oral que recorrem a implantes dentários são dispendiosos, tanto para o paciente como para o médico/equipa clínica envolvida.

A indústria que lhes está associada tem elevados padrões de qualidade no que respeita à produção, investigação, inovação, pesquisa, assistência …

Os materiais usados em reabilitação oral com implantes dentários são de vanguarda, reunindo diversas propriedades que vão desde a resistência à biocompatibilidade passando pela estética e por propriedades óticas semelhantes às dos dentes naturais.

As reabilitações com implantes dentários são extremamente previsíveis e fiáveis. Com taxas de sucesso a rondar os 98%.

A nível clínico, os implantes dentários permitem corrigir ou repor diversas situações de uma forma categórica, dando uma efetiva melhoria de qualidade de vida aos pacientes, com repercussões na saúde oral e geral.

Trata-se de um investimento na saúde com uma ótima relação qualidade/longevidade do tratamento versus preço.

 

2. Nos tratamentos com implantes dentários quais são os diversos fatores que influenciam a tomada de decisão das pessoas em aceitar o tratamento? Será só o preço?

O preço será sem dúvida um fator muito importante, mas não será o único. Outros fatores são igualmente importantes, contribuído diretamente para o preço final:

. Condições físicas do consultório/clínica.

. Equipa Clínica – profissionalismo e competência.

. Experiência e formação do médico implantologista e da equipa.

. Laboratório

. Materiais e técnicas usadas.

. Nível de tecnologia.

. Assistência e acompanhamento dado durante e após o tratamento, no período de manutenção.

 

3. Quando se fala do preço de um implante referimo-nos a quê?

O preço de um tratamento com implantes dentários corresponde a todo o processo e a todas as fases do tratamento.

 

4. Quais são as fases de um tratamento com implantes dentários?

. Planificação – inclui a 1º consulta e posterior estudo.

. Fase Cirúrgica – corresponde à colocação do implante propriamente dito em ambiente esterilizado de bloco operatório.

. Fase de Osteointegração – corresponde ao período de tempo que é necessário para que o implante osteointegre no osso. Demora sensivelmente 3 meses e inclui 2 ou 3 consultas de observação.

. Fase Protética – diz respeito ao período em que se vão fazer e colocar as próteses fixas definitivas sobre os implantes.

. Fase Invisível – corresponde a todas as etapas laboratoriais e que são invisíveis para os pacientes.

 

5. Quantas horas de trabalho efetivo são necessárias para a conclusão de um tratamento de reabilitação com recurso a um implante dentário?

De uma forma geral são precisas 12 / 16 horas de trabalho por parte de toda a equipa, até que se finalize o tratamento.

 

6. Algumas curiosidades acerca da divisão do custo de um tratamento com um implante dentário

A fase de planificação e colocação correspondem a 45% do total.

A fase de osteointegração e protética a 55% do custo total.

Em relação aos materiais correspondem a cerca de 40% e os custos com a equipa clinica a 60%.

 

7. Afinal, quanto custa um implante?

A pergunta deverá ser: Quanto custa um tratamento de qualidade com recurso a um implante dentário?

Existem inúmeros preços, mas o desvio padrão será de 1500 a 2500 euros dependendo da clinica onde é feito.

Nos casos de tratamentos múltiplos, com mais de um implante, o preço normalmente não vai ser a soma aritmética da quantidade de implantes colocados, sendo ajustado consoante o caso em questão.

Não existem preços standart, pois o preço vai variar consoante os fatores referidos anteriormente, devendo valorizar-se a formação, a experiência e o empenhamento dos profissionais.

A relação Qualidade/Longevidade versus Preço permite encarar este tipo de tratamentos como um ótimo investimento na saúde.

 

É justo o preço dos Implantes Dentários?

O preço dos implantes, quando considerado apenas o material em si e sem pensar nas possibilidades terapêuticas oferecidas (sobre as quais falaremos mais tarde), terá de ser avaliado sobre duas perspectivas:

Em primeiro lugar, a investigação e o estudo que são necessários levar a cabo por equipas super-especializadas capazes de criar este conjunto de peças (que têm tanto de pequenas como de perfeitas) e desenvolver técnicas que nos permitem realizar tão complexas reabilitações ao nível do sistema estomatognático.

Em segundo lugar, o material utilizado, o titânio comercialmente puro (material nobre e cuja obtenção é extremamente exigente) que pelas suas características nos permite oferecer tratamentos sobre implantes sem possibilidade de rejeição.

 

Conclusão sobre os Preço dos Implantes Dentários

Por tudo isto, é justo considerar os tratamentos com implantes como tendo um preço perfeitamente adequado, tendo em conta os elevadíssimos padrões de qualidade exigidos e oferecidos aos pacientes que por ele cada vez mais frequentemente vão optando.

Como reagem os pacientes?

É do conhecimento geral que os cidadãos portugueses são os europeus que mais recorrem às próteses dentárias removíveis.

Como é que os pacientes têm reagido às novas opções da Implatologia, como substituto das próteses removíveis?

Há cerca de 15 anos as pessoas desconheciam a Implantologia. E, geralmente, como tudo o que é desconhecido gera receio e desconfiança, as pessoas receavam em relação à colocação de implantes.

Durante muitos anos, a população portuguesa, por falta de recursos profissionais e talvez por determinados hábitos educacionais e ainda por falta de suporte económico, nunca cuidou os seus dentes da forma mais correcta. Hoje em dia vivemos uma realidade completamente diferente, tendo até disponibilidade a mais de profissionais.

Com pouco mais de 30 anos, a “nossa” medicina dentária diferenciou-se de uma forma exemplar.

É importante pensarmos que nos EUA os recursos humanos existem há mais de cento e cinquenta anos e que, no entanto, a medicina dentária do nosso país é das mais evoluídas no mundo.

 

A Implantologia ainda é cara para a classe média portuguesa?

Trata-se de um procedimento clínico dispendioso em qualquer país do mundo. São técnicas diferenciadas e muito específicas. O grau de diferenciação profissional nesta área deve ser bastante elevado. Por outro lado, o ambiente em que ela é praticada é bastante cuidado, justificando-se os custos a estas exigências.

É uma área essencial para a qualidade de vida dos indivíduos.

 

Coloca-se a hipótese de existir uma Implantologia em quantidade perdendo a qualidade, para mais pessoas, mas com menos qualidade?

Concordamos que a Implantologia deve ser divulgada e cada vez mais acessível a um maior número de pacientes, mas também não devemos cair no erro de vulgarizar algo que não deve ser nem é vulgarizável.

Este é um acto médico que é sempre feito com honestidade, profissionalismo e respeito pelo paciente.

 

Implantologia na relação com a saúde e com a estética

Na nossa sociedade, a estética é fundamental e cada vez mais importante. O bem-estar está cada vez mais vinculado a uma boa estética. É evidente que para nós o mais importante é a saúde. No entanto, não se deve separar função e estética, uma reabilitação com sucesso é uma reabilitação em que ambos os aspectos estão cumpridos.

Nos dias que correm, as novas técnicas permitem resultados espantosos.

Pacientes desdentados, com perda de suporte ósseo ou portadores de próteses pouco ou nada confortáveis podem viver uma situação completamente diferente em relativamente pouco tempo.

É gratificante para nós, profissionais dedicados à reabilitação oral, que tanto se possa mudar em tão pouco tempo!

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